Imagine-se em um universo onde a tecnologia se faz tão presente quanto o próprio ar que respiramos. Adicione nesse caldo a fome de poder típica de grandes corporações capitalistas. Agora pense no que surgiria dessa união, onde a tecnologia seria levada a extremos, e unida com a fome de poder sem limites poderia suplantar todo o bom senso da humanidade.
Máquinas substituindo humanos, sistemas de realidade virtual onde para se ter outra vida basta apenas uma conexão, equipamentos que alçam os homens a patamares antes apenas aspirados aos deuses, elementos de uma ciência antes hermética sendo soltos aos quatro ventos como notas banais de folhetins eletrônicos.
Neste cenário obscuro e caótico, onde as pessoas têm sua humanidade ameaçada por todos os lados, fica cada vez mais difícil evitar a convergência natural ao pós-humano.
Ciborgues e robôs, nanotecnologia e implantes, carros aéreos e espaçonaves, supercomputadores e inteligências artificiais, avatares e periféricos. O futuro não se encontra mais adiante. Ele está nessas páginas. Se aventure a entrar nele e descubra as criativas facetas dos universos Cyberpunk.
SOBRE A OBRA:
O trabalho de organizar uma obra como essa é muito árduo. É incrível o quanto os editores receberam de material, tendo que abrir mão de bons contos em favor da uniformidade da obra e do conjunto final. Como o Cyberpunk é um gênero narrativo bem definido, é necessário conseguir variações temáticas e de narrativa, e ainda assim manter a linha necessária para agradar tanto aos leigos como aos puristas.
Ronaldo Luiz Souza trouxe uma história clássica, com referências tecnológicas misturadas com muita ação, mesclando a realidade e a virtualidade. Luiz Brasapresentou uma narrativa com o melhor do estilo cyberpunk que se consagrou com o uso do ciberespaço, mas sem deixar de lado o refinamento no uso da escrita.Gianpaolo Celli rompe as amarras do convencional, trabalhando uma história futurista, onde estações espaciais e aeronaves são corriqueiras no dia a dia. Débora Vieira Ramires cedeu uma narrativa com ares de ficção científica, onde androides estão a solta e uma rede de ambientalistas necessita da ajuda de um para salvar espécies ameaçadas. Ramon Giralditransporta o leitor em uma trama cheia de ação, com runners e corporações capazes de tudo pelo lucro. Ubiratan Peleteiro arremessa o leitor para uma coletividade onde é quase impossível separar o que é real, incluindo os próprios seres humanos. Maria Helena Bandeira nos dá um conto “diferente”, unindo com humor o maior esporte nacional, máquinas quase humanas e o famoso jeitinho brasileiro em um caldo que realmente proporciona uma inovação dentro da literatura cyber. Pedro Vieira transporta o leitor para um ambiente noir policial, mas com um clima bem humorado e repleto de referências ocultas, além de heróis extremamente não convencionais. E Richard Dieguesencerra as páginas da obra com chave de ouro, mostrando a clássica Realidade Virtual e o drama de uma eleição presidencial muito disputada, cheia de reviravoltas e artimanhas, além da tecnologia que agrada muito aos apreciadores do gênero.
Podemos dizer sem risco de errar que esta, além de ser a primeira obra brasileira do gênero com essa proposta, será durante muitas décadas a mais representativa e também a mais ampla apresentação do Cyberpunk no país.
Dados Técnicos:
Autoria: Vários Autores
ISBN: 978-85-61541-13-2
Páginas: 184
Formato: 14x21cm
Ano: 2010
Edição: 1ª
Autores e Contos:
Ronaldo Luiz Souza – O Fruto Ausente do Vosso Ventre
Luiz Bras – Protagonistas e Figurantes
Gianpaolo Celli – É Por Isso Que Eu Odeio Política
E se de repente você caminhasse pela mesma rua onde já passou centenas de vezes e reparasse em algo impossível de existir antes? Algo que claramente sempre esteve ali, até mesmo muito antes da primeira vez em que você se aproximou daquele lugar. Uma construção que rememora a antigas histórias e lendas, e que assolaria suas noites caso você a tivesse visto antes. Durante anos você não a viu. E depois de colocar seus olhos nela, torce para deixar de vê-la. Talvez você não saiba a princípio, mas está diante de uma das Casas de Vampiro. Digo a princípio, pois a curiosidade humana não respeita o instinto de sobrevivência. O homem vê, o homem quer conhecer. O medo envia os sinais, mas os ignoramos. O conhecimento sempre carrega em sua esteira um viés de desgraça. Mas almejamos o saber, tanto quanto o amargor de um sabor prazeroso.
Então entre. Seja bem-vindo às Casas de Vampiro, o novo livro da Tarja Editorial, com lançamento previsto para a Bienal do Livro SP 2010 no sábado dia 21/08 das 18 às 20h. e na FANTASTICON 2010 – SIMPÓSIO DE LITERATURA FANTÁSTICA, que ocorrerá na cidade de São Paulo, nos dias 27, 28 e 29 de agosto.
A história se passa no ano de 2002, em Belo Horizonte e o autor pesquisou muito para elaborar a história e compactuar uma explicação lógica para alguns dos maiores enigmas da humanidade (Atlântida, Tunguska, Rasputin etc).
Com toda esta pesquisa elaborada, descobriu-se sinais da existência do vampirismo na mitologia de praticamente todos os povos do mundo, desde as civilizações pre-colombianas, passando pela Grécia Antiga até a China Medieval, etc.
O livro segue o gênero FC e horror e vale a pena uma conferida.
SOBRE O AUTOR:
Flávio Medeiros Jr., mineiro de Belo Horizonte, é autor de contos e noveletas publicados nas antologias “Paradigmas” e “Steampunk”, da Tarja Editorial, também escreveu “Quintessência” (seu romance de estreia) publicado pela Editora Monções.
Este é o primeiro romance na área de ficção-científica de Richard Diegues, um dos escritores mais prolíficos da Literatura Fantástica Brasileira. Nele o leitor se depara com uma Realidade Alternativa, que se desenvolve em um universo Pós-cyber, no qual os países do eixo-norte do globo se encontram em decadência, confrontados pelas três grandes potências surgidas no eixo-sul: a União da República Brasiliana, a Africanísia e a Euronova. A qualidade de vida abaixo da linha do equador assume ares de utopia, enquanto no outro hemisfério as corporações lutam pelo controle dos espólios dos antigos países. Nesse cenário, em que uma parte da economia mundial está visivelmente instável, o equilíbrio é mantido por meio da força, de uma consistente e bem defendida base econômica, e da tecnologia que avançou a passos largos até se tornar fundamental à vida.
O futuro, segundo Richard Diegues
Foi nesse contexto que o Hipermundo se desenvolveu. Um sistema baseado em uma super-rede de servidores, no qual as pessoas desfrutam de uma forma complexa de realidade aumentada, utilizando-a para trabalho, socialização, cultura e registro digital de todas as informações mundiais.
Parte do enredo dá suporte para uma ação vertiginosa que se desenrola enfatizando os dramas dos personagens, enquanto a outra se aprofunda nas questões desencadeadas pelo cenário social, levantando questões como: a tecnologia poderia afastar realmente o homem do rumo espiritual para o tecnológico? Até que ponto desejamos nos afastar do convívio pessoal e transpor esse contato para a virtualidade? Do que seríamos capazes de abrir mão em troca da imortalidade? O modo de vida que desfrutamos hoje é algo definitivo ou apenas um conceito a que nos atemos?
Prefácio da Obra, pelo Prof. Dr. Heraldo Assis Barber
Enquanto a maioria absoluta dos romances cyberpunks, segundo meu ver, exploram ambientes decadentes, o Cyber Brasiliana se inicia justamente com a apresentação de um Brasil que seria utópico para a grande maioria, com uma São Paulo livre da poluição e do famigerado caos urbano próprio dos grandes centros. O Hipermundo – uma megarrede virtual de realidade aumentada, como o autor a descreve – leva as pessoas a se manterem cada vez mais em suas casas – unidades habitacionais –, ao menos fisicamente, pois suas mentes ganharam a portabilidade que a modernidade tanto se apressa em alcançar nos dias atuais. Uma miríade de avanços tecnológicos – muitos deles reais hoje, outros bem plausíveis para daqui a poucos anos – são apresentados por Richard Diegues, que é um profundo conhecedor dos computadores e equipamentos relacionados a eles – periféricos, é a palavra que encontrei. Uma união de fatores que remetem o – nosso – modo de vida cada vez mais no rumo do pós-humano, no qual a tecnologia é venerada em detrimento da religião, levando as interações humanas cada vez mais para o arrasto das máquinas. E não somente os homens, mas também os próprios deuses e santos se convertem para a binariedade, nesse caldo em que as mitologias hinduísta, católica, mulçumana e taoísta se unem de formas completamente plenas de extrapolação religiosa.
Os personagens principais poderiam ser apresentados como um militar-desertor-pistoleiro, um mulçumano-foragido-biocientista, uma programadora-chinesa-grávida e uma agente-motociclista-encrenqueira. Isso, se não fossem todos eles talhados com conflitos internos, em uma sucessão de perguntas-respostas em pequenos detalhes que são espargidos durante a história, dando a cada um profundidade suficiente para fugirem pela ribalta dos clichês – comuns, e até certo ponto obrigatórios – do gênero.
O fato da trama se passar quase toda no universo virtual, ao contrário das obras que já conheci antes, é uma magnífica cartada. E isso não torna a trama cansativa, pois nos abstraímos do fato conforme caminhamos pelas páginas, uma vez que Diegues não se deixa deslizar pela gafe da verborragia tecnológica comum nesse tipo de narrativa, em sua maioria criada pelos autores para sustentar o ambiente que criaram de forma paupérrima. Assim como ocorre com os personagens, nós como leitores, mergulhamos de maneira natural no Hipermundo e nos conectamos – ou plugamos – com a narrativa ágil. Narrativa esta que é outro forte na obra, pois o autor nos brinda com um esmero claro nas frases e escolha de palavras, como um ourives que encrava pedras delicadas em uma aliança. Referências implícitas e ocultas nas entrelinhas, a escolha das terminologias hoje comumente usadas em língua inglesa que passam a ser usadas nas línguas dominantes – português e espanhol – do período do enredo, nada de frases feitas e linguagem simplória utilizadas fora de contexto. Enfim, alta literatura em uma novela de grande velocidade, nitidamente feita para entreter, mantendo o leitor pregado nas páginas a cada reviravolta, do início até o final da história.
É uma obra de ficção, mas que certamente irá figurar entre o panteão daqueles livros que marcam uma passagem evolutiva dentro de determinados gêneros da literatura que não podem ser classificados dentro de subgêneros específicos. A recebi para leitura como sendo “um romance cyberpunk”, porém, diante dos elementos e variedade de inovações que encontrei nela – comparando ao que foi feito antes, por outros autores – eu a classificaria, com parcimônia, é claro, como “um romance pós-cyber”.
Em poucos anos acabei por conhecer muitas obras de Diegues, um autor prolífico – multimídia até – em todos os sentidos, e ao realizar a leitura de Cyber Brasiliana, definitivamente senti que algo que nunca irá marcá-lo é o rótulo de “escritor de um só gênero”. Mas, intimamente, apreciaria muito que seguisse com outras obras dentro deste cenário fantástico que desenvolveu, como tenho certo que você, leitor, sentirá o mesmo após virar a última página deste livro.
O PROF. DR. HERALDO ASSIS BARBER, 87 anos, atua como consultor e ghost-writer para as maiores editoras do planeta, tendo preparado mais de 110 originais, vários deles best sellers. É mestre em Teoria Literária, doutor em Literatura Brasileira e em Literatura Norte-Americana, além de Ph.D em Literatura Inglesa. Possui oito pseudônimos sob os quais trabalha.
Richard Diegues é escritor, editor e consultor tecnológico. Atualmente mora na cidade de São Paulo. Autor dos livros: Magia – Tomo I (1997), Sob a Luz do Abajur (2007) e Tempos de AlgóriA (2010). Também é organizador e coautor dos livros Necrópole – Histórias de Vampiros (2005), Visões de São Paulo (2006), Necrópole – Histórias de Fantasmas (2006), Histórias do Tarô (2007), Necrópole – Histórias de Bruxaria (2007), de quatro volumes da Coleção Paradigmas (2009/2010), além de co-autor dos livros Portal Fundação (2009), Livro Vermelho dos Vampiros (2009), Imaginários 1 (2009) e Cyberpunk – Histórias de Um Futuro Extraordinário (2010). Colaborou com diversos jornais, revistas e sites da Internet, além de participar ativamente de eventos na área de Literatura Fantástica.
Virá o tempo em que as estrelas se apagarão, a matéria ruirá sob suas próprias forças e os buracos negros se diluirão no vácuo. As leis da física profetizam que, tal como cada um de nós, o universo que habitamos também terá o seu término. A religião nos legou a fé na eternidade, a ciência concedeu-nos o conhecimento do fim. Dividido entre a pulsão pela vida e a lógica crua, o ser humano passou a conviver com a angústia de ser carregado pela correnteza das horas num curso irrefreável rumo ao grande mistério. Surge aí a fatal pergunta: como superar os limites impostos pelo tempo?
Numa incursão especulativa pelo mundo da ficção científica e fantástica, Cris Lasaitis explora as diferentes facetas de Chronos e levanta questões intrigantes sobre a perpétua busca do ser humano pela superação do tempo. Com uma narrativa agradável e bem humorada, pincelada por influências de Jorge Luis Borges, Arthur C. Clarke e Ursula K. Le Guin, a autora apresenta épicos modernos, reinventa mitos antigos e se envereda por futuros imaginários e inimagináveis a dissecar o sentido (ou a falta de propósito) da existência em 12 histórias sobre extrapolação, transcendência e esperança.
Cristina Lasaitis nasceu em 1983. Garota de imaginação fértil, desde cedo alimentou uma paixão especial por ciências e por histórias de ficção científica. Tal paixão foi decisiva para sua escolha profissional: formou-se biomédica pela Unifesp, onde hoje se dedica ao estudo do comportamento humano. Ademais, tornou-se escritora de ficção por hobby, e um dia lhe ocorreu que seria uma boa idéia se profissionalizar. Seus contos já foram publicados nas coletâneas Visões de São Paulo – Ensaios Urbanos (2006), FC do B (2008), Paradigmas 1 (2009) e na revista Scarium (2007). Fábulas do Tempo e da Eternidade é seu primeiro livro e traz um apanhado dos melhores contos de sua jovem carreira de escritora. Atualmente ela vive em São Paulo com sua família e sua biblioteca, e se dedica a escrever outras histórias…
Quem nunca imaginou cenários fantásticos com carros voadores, armas lasers, viagens interplanetárias? Quem no planeta não conhece a respiração de Darth Vader ou as orelhas pontudas do Sr. Spock? Sejam as maravilhas encantadoras de desenhos como Os Jacksons, filmes e séries que passavam nos tempos de nossos avós ou bisavós, como Flash Gordon nos cinemas, com sua ingenuidade sobre o futuro da humanidade, até o preconceito e a xenofobia de Distrito 9, a ficção sempre esteve à frente da ciência e nos trouxe calorosas discussões. Um mundo maravilhoso onde a humanidade trabalha em conjunto como a de Star Trek ou uma caótica com problemas ambientais de Blade Runner, a verdade é única: a ficção científica é muito mais do que uma simples ficção.
Neste sábado, dia 20/02/10, o assunto debatido na Livraria Cultura do Shopping Bourbon Pompeia em São Paulo foi a icção cientifica. Um bate papo descontraído com autores e editores do gênero que falaram sobre o mercado nacional de ficção, que contou com uma plateia ansiosa em participar.
Veja abaixo algumas fotos do evento:
Estiveram presentes na mesa redonda:
Adriano Fromer Piazzi, editor da Editora Aleph
Alan Uemura, editor do Aumanack
Cristina Lasaitis, autora de Fábulas do Tempo e da Eternidade (Tarja Editorial)
Gianpaollo Celli, editor da Tarja Editorial
Marcus Vinicius, presidente da Comunidade 007 Brasil
Átila, professor e especialista em Histórias em Quadrinhos
Renato Azevedo, autor de De Roswell a Varginha (Tarja Editorial)
Rodrigo Coube, editor da Idea Editora
Ao término do evento a plateia foi presenteada com o sorteio de camisetas, ingressos para filmes do cinema, livros das editoras Aleph e Tarja, entre outros (eu mesmo ganhei o “Fundação”, de Isaac Asimov!)
Uma experiência mal sucedida liberta uma criatura do futuro. Seria possível viajar para o Além e voltar de lá? Uma nanopraga pode transformar toda a humanidade? Qual seria o impacto sobre nossas vidas se o Sol repentinamente esfriasse? Transferência de memórias versus invasores extraterrestres numa atmosfera surrealista. Seria a realidade apenas um sofisticado software? A engenharia cibernética determinará nosso destino? Como seria conviver com seres de outra dimensão? Sagas distópicas amazônicas, guerras genéticas em guetos radioativos, viajantes do tempo-espaço, traficantes de implantes, vermes telepatas gigantes, hecatombes nucleares, clonagem, simbiontes, criaturas bíblicas congeladas, alegorias sobre a extinção final e o paraíso virtual, quando a ciência das supercordas esbarra com o divino…
Capa do livro, por Mila F.
O FC do B oferece estas e outras inquietações na forma de 26 contos selecionados através de seu concurso literário, promovido pela BHB – Eventos Culturais. Uma amostra da FC Brasileira que está sendo produzida na atualidade.
Já em sua segunda edição, e publicado desta vez pela Tarja Editorial, o propósito que norteia o projeto FC do B é o de incentivar e revelar talentos literários, além de apresentar um panorama da Ficção Científica Brasileira atual.
Veja abaixo fotos do lançamento do livro “FC do B“, que aconteceu dia 17 de dezembro de 2009, em São Paulo.
Clique nas imagens para ampliar:
Hugo Vera e Giseli Ramos
Hugo Vera e Danilo Vieira
Danilo Vieira e Giseli Ramos
Os editores da Tarja: Gianpaolo Celli e Richard Diegues, e o escritor Adriano Siqueira
Nelson Salles e Hugo Vera autografando
Hugo Vera fazendo a deicatória
Nelson Salles, Giseli Ramos e Hugo Vera
Os autores Dalton Almeida, Hugo Vera e Nelson Salles
Os autores Jean Canesqui e Hugo Vera
Hugo Vera e Edgard Garapa
Os autores Hugo Vera e Bruno Nogueira
Edgard, Danilo, Giseli e Bruno Nogueira
Os autores Leona Volpe e Hugo Vera
Leona Volpe autografando o livro
Os autores do livro reunidos no Bardo Batata
Os autores Nelson Salles e Sheila Liz
Troca de autógraofs entre autores
Os autores Sheila Liz e Hugo Vera
Jean Vanesqui autografa para Giseli Ramos
Os amigos Edgard e Danilo, curtindo o livro
Hugo Vera autografando para Leona Volpe
Hugo Vera, Leona Volpe e Jean Canesqui
Hugo Vera com os editores da Tarja: Richard Diegues e Gianpaolo Celli
Escritores do FC do B junto à Richard Diegues (Tarja)
Uma experiência mal sucedida liberta uma criatura do futuro. Seria possível viajar para o Além e voltar de lá? Uma nanopraga pode transformar toda a humanidade? Qual seria o impacto sobre nossas vidas se o Sol repentinamente esfriasse? Transferência de memórias versus invasores extraterrestres numa atmosfera surrealista. Seria a realidade apenas um sofisticado software? A engenharia cibernética determinará nosso destino? Como seria conviver com seres de outra dimensão? Sagas distópicas amazônicas, guerras genéticas em guetos radioativos, viajantes do tempo-espaço, traficantes de implantes, vermes telepatas gigantes, hecatombes nucleares, clonagem, simbiontes, criaturas bíblicas congeladas, alegorias sobre a extinção final e o paraíso virtual, quando a ciência das supercordas esbarra com o divino…
O FC do B oferece estas e outras inquietações na forma de 26 contos selecionados através de seu concurso literário, promovido pela BHB – Eventos Culturais. Uma amostra da FC Brasileira que está sendo produzida na atualidade.
Já em sua segunda edição, e publicado desta vez pela Tarja Editorial, o propósito que norteia o projeto FC do B é o de incentivar e revelar talentos literários, além de apresentar um panorama da Ficção Científica Brasileira atual.
Foram inscritos 284 trabalhos de autores brasileiros de diversos estados do Brasil e do exterior (Portugal, EUA, França e Japão).
São eles:
- Betes! – Alexandre Lobão
- A Necronauta – Alexandre Veloso de Abreu
- Mnemosine – Alicia Azevedo
- Nano – Anderson Santos
- A Missâo – Tom Azevedo
- Realidade 2.0 – Antonio Velasko
- Just Watching – Bruno Nogueira
- A Torre Kireru – Carlos Abreu
- Linguistrix – cK
- Maldito Escocês – Dalton Lucas C.de Almeida
- Sob a Terceira Órbita – Davi M. Gonzales
- Fantasma Transplantado – Alliah
- Sine Wave – Duanne Ribeiro
- Maunder Minimmun – Eduardo de Paula Nascimento
- A Dimensâo dos Espíritos – Felipe Ribas
- A Segunda Vida de Lance Armstrong – Augusto Guimarães
- Cemitério Russo – Henry Alfred Bugalho
- O Futuro é o Passado – Hugo Vera
- Simbiose – Jean Canesqui
- Ah, Insensato Coração – João Paulo Vaz
- Faces – Maria Helena Bandeira
- A Estrela da Manhã – Nelson Salles
- Ultimato – Dudu Torres
- Bóson de Higgs – Sheila Liz
- Condenado em Limax Iv – Ubiratan Peleteiro
- Projeto Ária – Leona Volpe
Edição: 1ª edição Páginas: 208 Formato: 14x21cm Ano: 2009
Pré-lançamento no site da Tarja Editorial.
E em breve do site oficial do Concurso Literário FC do B – www.fcdob.com
………………………………………………………………………………………………………
LANÇAMENTO – FC DO B Dia 17 de Dezembro de 2009, a partir das 19:00 horas
Local: Bardo Batata – gastronomia e cultura
Rua Bela Cintra, 1.333 – Jardins – São Paulo – SP
No último dia 13 de novembro estive presente ao lançamento do livro “Os Dias da Peste“, do escritor Fábio Fernandes. A noite de autógrafos aconteceu no Bardo Batata em São Paulo, promovido pela Tarja Editorial.
Presentes vários amigos e fãs da Ficção Científica. Pena que não consegui tirar foto de todos, pois o trânsito de São Paulo não permitiu que eu chegasse mais cedo a ponto de encontrar bons amigos que já haviam ido embora. Mas mesmo assim consegui registrar parte do evento.
Mesmo assim foi muito bom reencontrar meu amigo Fábio Fernandes e os demais amigos do fandom de FC. Minha cylon favorita (também cnhecida como “minha esposa”) Renata Vera pegou o livro e nas primeiras páginas já se sentiu fisgada pela história, não resistindo e começando a ler a obra no local. Permaneci somente uma horinha, ficando com gostinho de quero mais!
Um pouco sobre o livro:
Cada segundo passado nos torna mais dependentes da Tecnologia. Hoje ela ainda necessita de nossa interação para seguir seu desenvolvimento. Mas cada vez menos essa afirmativa é exata. Haverá um ponto de mudança. Um avanço natural. A História Humana nos ensinou isso em séculos de progresso tecnológico. E a história da evolução digital vem sendo escrita entre o ontem e o amanhã.
Atualmente convergimos para o ponto onde a tecnologia se tornou tão comum em nosso cotidiano que não a percebemos mais. Celulares, palmtops, realidade virtual, tablets, implantes, wireless, videogames e nano máquinas já são corriqueiros. Somos atendidos por máquinas, nos comunicamos através delas, permitimos que digitalizem nossas vidas em arquivos… Conversamos com elas. O tempo em que será impossível nos separarmos dos computadores está cada vez mais imediato.
E se um dia fosse necessário nos afastarmos de todo conforto tecnológico que nos cerca? Se precisássemos nos desconectar de toda a praticidade da evolução digital? Caso a sua vida, como você a conhece hoje, dependa de um total afastamento da informação, o que você faria? Se estivéssemos vivendo Os Dias da Peste moderna?
Você conseguiria puxar a tomada?
Veja algumas fotos da noite de autógrafos (clique nas imagens para ampliar):
Comunidade de FC do Orkut reunida
Danilo Vieira, Ludimila Hashimoto e Edgard Garapa
Renata Vera
Fãs prestigiam o autor
Fábio Fernandes autografando meu livro
Mestre autografando
Chico Fábio Xavier psicografando
Fábio Fernandes e Hugo Vera
Fernando Trevisan na fila de autógrafos
Roberta, Fernando Trevisan e Anderson Santos
Renata Vera apreciando o livro
Hugo Vera, Fábio Fernandes e Renata Vera
.
Você pode adquirir o livro diretamente pelo site da Tarja Editorial.
Kara & Kmam – Uma Saga de Alma e Sangue
(2ª Edição – Tarja Editorial)
Melhor do que revisitar antigos personagens é poder dar a eles uma nova vida, mais detalhes e, acima de tudo, muito mais força e carisma. É o que Nazarethe Fonseca fez em sua nova obra, com Kara Ramos e Jan Kmam, o casal de vampiros mais complexo e apaixonante dos últimos séculos.
Neste livro, fica clara a referência aos vampiros clássicos, como o de Bram Stocker, que são jogados em um caldeirão de romantismo digno dos protagonistas de Francis Ford Copolla. Para quem espera algo leve, este é o livro errado, pois a intriga e o terror se entrelaçam como ervas daninhas ao romance dos casal.
Envolvente, atual e real. Acima de tudo, assustadoramente real. É isso o que você pode esperar deste romance. Sinta-se à vontade para entrar na vida de Kara e Kmam. O risco é inteiramente seu!
A trama: Um casal de vampiros se vê em meio a uma grande rede de intrigas, perigos e poder. Sua existência é regada a doses vertiginosas de romance e sedução, do tipo que somente as criaturas da noite são capazes de criar. E, como não poderia deixar de ser, igualmente permeada de interesses, jogos de poder e vingança. Os protagonistas da trama já são velhos conhecidos dos amantes dos vampiros: surgiram aos milhares nos velhos séculos e suas histórias foram contadas em Alma e Sangue, o despertar do vampiro. Agora ressurgem com muito mais paixão e fascínio para dar continuidade a esta saga de alma e sangue.
Dados Técnicos:
Autoria: Nazarethe Fonseca
ISBN: 978-85-61541-19-4
Páginas: 176
Formato: 14×21cm
Edição: 2ª edição – Tarja Editorial (novo formato: revisto e ampliado)
Ano: 2009
Sobre a autora:
Nazarethe Fonseca nasceu em São Luís, no Maranhão. Leitora voraz desde a infância, manteve o hábito de devorar seus livros na calada da noite. Sua paixão pelo soturno passou a abraçar os filmes, as músicas e tudo com uma capacidade inerente de gerar a atmosfera fascinante do sobrenatural. Como predestinação, os vampiros foram os personagens que mais marcaram esse prazer, fazendo aflorar a arte das letras, que a autora exerce desde seu primeiro romance: Alma e Sangue, o despertar do vampiro. Agora, traz volta Kara e Kman em uma nova saga de alma e sangue.
Na última terça-feira, dia 21/07, participei do lançamento do livro “Paradigmas 3“, coletânea de contos fantásticos organizada pelo escritor Richard Diegues, editor da Tarja Editorial, na cidade de São Paulo. Um evento delicioso, e porque não dizer “saboroso”, afinal ocorreu no já famoso Bardo Batata, restaurante da capital paulista que reúne gastronomia e cultura.
A “Coleção Paradigmas” traz em cada volume 13 autores com contos fantásticos de ficção científica, fantasia e terror. São escritores que têm se sobressaído dentro do gênero, e segundo Richard Diegues, “os livros reúnem autores que realmente estão fazendo a diferença na atualidade, formando um retrato de alta qualidade da produção contemporânea”.
Os autores que participam deste terceiro volume da coleção são: Camila Fernandes, Davi M. Gonzales, Gianpaolo Celli, Hugo Vera, Leandro Reis, Lúcio Manfredi, Ludimila Hashimoto, Marcelo Jacinto Ribeiro, Richard Diegues, Ronaldo Luiz Souza, Saulo Sisnando, Viviane Yamabuchi, Wolmir Aimberê.
Nem todos puderam estar presentes do dia do lançamento, afinal alguns moram fora do Estado de São Paulo e ficaram impossibilitados de comparecer. Mesmo assim o lançamento teve seu brilho e diversão, com a participação de amigos da comunidade de Ficção Científica do Orkut e da comunidade Escritores de Fantasia, entre outros simpatizantes do gênero fantástico.
Você não consegui seu autógrafo? Não tem problema. Parte dos escritores que compõe essa obra estarão autografando o livro nos dias 25 e 26 de julho, na FANTASTICON 2009 – III Simpósio de Literatura Fantástica Para maiores informações clique aqui.
Quem quiser adquirir o livro pode enviar um e-mail para email@hugovera.com.br que eu reservo o exemplar e entrego em mãos no dia do evento.
Veja algumas fotos da noite de autógrafos (clique nas imagens para ampliar):
O organizador da coletênea Richard Diegues e Hugo Vera
Clinton Davisson, Hugo Vera e Jessica Davisson
Hugo e Renata Vera
Hugo com Marisa e Sue Hellen Vera
Hugo Vera junto a Florentin e Renê
Danilo Vieira e Hugo Vera
Marcelo Ribeiro autografando para Danilo Vieira
Marcelo Ribeiro e Hugo Vera autogrando
Dedicatória para os fãs
Autografando o livro
Bate-papo descontraído
O 'padawan' Hugo Vera e o 'mestre jedi' Fábio Fernandes
Camila Fernandes e Marcelo Jacinto autografando
Camila Fernandes autografando
Fábio Fernandes com Roberta Nunes. O Barba vendo o cardápio.
Viviane Yamabuchi e Marcelo Ribeiro
Os autores Camila Fernandes, Viviane Yamamuchi, Marcelo Ribeiro e Hugo Vera
Giseli Ramos, Camila Fernandes, Fábio Fernandes e Roberta Nunes
Barba, Marcelo Ribeiro, Camila Fernandes e Hugo Vera
Marcelo Ribeiro, Giseli Ramos, Hugo Vera e Danilo Vieira
O autor com seu pai Florentin Vera
Hugo Vera e Vinícius Takaki
O autor com sua mãe Marisa Vera
O autor com sua irmã Sue Hellen Vera e o sobrinho Ryan