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Visão Alienígena

julho 24, 2010

Livro do novo selo "Enciclopédia Galáctica", da Devir

A brasilianista M. Elizabeth Ginway, da University of Florida em Gainesville, nos Estados Unidos, é a maior autoridade mundial na ficção científica e fantasia do Brasil.

Seu primeiro livro, Ficção Científica Brasileira: Mitos Culturais e Nacionalidade no País do Futuro, foi incluído na Lista de Leitura Recomendada da revista Locus – The Magazine of the Science Fiction & Fantasy Field, e recebeu o selo de “Altamente Recomendado” da revista Choice, voltada para as bibliotecas universitárias norte-americanas. Foi publicado pela Devir em 2005.

Ginway traz um olhar inovador sobre autores brasileiros como André Carneiro, Braulio Tavares, Carlos Orsi, Daniel Fresnot, Dinah Silveira de Queiroz, Fábio Fernandes, Fausto Fawcett, Gerson Lodi-Ribeiro, Guilherme Kujawski, Helena Gomes, Ivanir Calado, Jorge Luiz Calife, Júlio Emílio Braz, Martha Argel, Michelle Klautau e dezenas de outros, nos principais períodos da história do gênero.

Em conjunto com Ficção Científica Brasileira, esta coletânea de ensaios forma a maior contribuição de um único acadêmico, para a fortuna crítica da ficção científica e fantasia desenvolvidas por brasileiros.

O lançamento de Visão Alienígena inaugura o selo editorial “Enciclopédia Galáctica“, da Devir, dedicado a livros de não-ficção voltados para a discussão, análise e registro dos gêneros ficção científica, fantasia e horror na literatura, quadrinhos, jogos, cinema e televisão. O selo busca fomentar a produção crítica a respeito desses gêneros e formas de expressão, em um momento em que cresce muito o interesse pela literatura de ficção científica, fantasia e horror no ambiente acadêmico e literário nacional.

Título: Visão Alienígena: Ensaios sobre Ficção Científica Brasileira
Autora: M. Elibazeth Ginway
Capa: Benson Chin
Número de páginas: 232
Formato: 14 x 21 cm
Editora: Devir Livraria, Selo Enciclopédia Galáctica
ISBN: 978-85-7532-427-1
Preço: R$ 35,00

www.devir.com.br

Casas de Vampiro, de Flávio Medeiros

julho 20, 2010

Capa de Casas de Vampiro

Capa de Casas de Vampiro

E se de repente você caminhasse pela mesma rua onde já passou centenas de vezes e reparasse em algo impossível de existir antes? Algo que claramente sempre esteve ali, até mesmo muito antes da primeira vez em que você se aproximou daquele lugar. Uma construção que rememora a antigas histórias e lendas, e que assolaria suas noites caso você a tivesse visto antes. Durante anos você não a viu. E depois de colocar seus olhos nela, torce para deixar de vê-la. Talvez você não saiba a princípio, mas está diante de uma das Casas de Vampiro. Digo a princípio, pois a curiosidade humana não respeita o instinto de sobrevivência. O homem vê, o homem quer conhecer. O medo envia os sinais, mas os ignoramos. O conhecimento sempre carrega em sua esteira um viés de desgraça. Mas almejamos o saber, tanto quanto o amargor de um sabor prazeroso.

Então entre. Seja bem-vindo às Casas de Vampiro, o novo livro da Tarja Editorial, com lançamento previsto para a  Bienal do Livro SP 2010 no sábado dia 21/08 das 18 às 20h. e na FANTASTICON 2010 – SIMPÓSIO DE LITERATURA FANTÁSTICA, que ocorrerá na cidade de São Paulo, nos dias 27, 28 e 29 de agosto.

A história se passa no ano de 2002, em Belo Horizonte e o autor pesquisou muito para elaborar a história e compactuar uma explicação lógica para alguns dos maiores enigmas da humanidade (Atlântida, Tunguska, Rasputin etc).
Com toda esta pesquisa elaborada, descobriu-se sinais da existência do vampirismo na mitologia de praticamente todos os povos do mundo, desde as civilizações pre-colombianas, passando pela Grécia Antiga até a China Medieval, etc.

O livro segue o gênero FC e horror e vale a pena uma conferida.

SOBRE O AUTOR:

Flávio Medeiros Jr., mineiro de Belo Horizonte, é autor de contos e noveletas publicados nas antologias “Paradigmas” e “Steampunk”, da Tarja Editorial, também escreveu “Quintessência” (seu romance de estreia) publicado pela Editora Monções.

Eclipse ao Pôr do Sol

julho 19, 2010

Contos fantásticos

Contos fantásticos

Atenção, senhores passageiros: para sua segurança, preste atenção a estas recomendações. Nestes seis contos, viajarão da Antiguidade Clássica ao Século XXI, com escalas no Portugal da Renascença, no Brasil do Segundo Reinado e nas míticas Asgard e Atlântida. E não será dessas excursões nas quais se olha as paisagens pela janela do ônibus com ar condicionado, deixando as lorotas do guia entrarem por um ouvido e saírem pelo outro enquanto deglutem seus refrigerantes e batatas fritas. Este é um turismo de aventura.

Se quiserem entender os nativos, terão de ficar atentos, pois eles falam com seus sotaques nativos, não na língua dos âncoras da tevê. Precisarão desembarcar em solos estranhos e achar o caminho com os próprios pés. Em compensação, serão recebidos por deuses e ninfas e conhecerão grandes vates e bardos. Caso se atrevam, terão a oportunidade de partilhar o leito com tórridas ou tórridos amantes. Mas com uma coisa não precisam se preocupar: não se perderão em quimeras nebulosas, em devaneios insinceros. Esta caixa contém meia dúzia de pílulas meio vermelhas, meio azuis, para se ver realidades com os olhos da fantasia.

Sobre o autor

antonioluizAntonio Luiz M. C. Costa sempre gostou de literatura em geral e de fantasia e ficção científica em especial, mas formou-se em engenharia de produção e filosofia, fez pós-graduação em economia e trabalhou como analista de investimentos e assessor econômico-financeiro antes de reencontrar sua vocação na escrita, no jornalismo e na ficção. Hoje escreve sobre a realidade na revista CartaCapital e sobre a imaginação em outras partes, além de colaborar com os meios a seu alcance para o desenvolvimento da ficção especulativa no Brasil.

Siga o autor no twitter

Eclipse ao pôr do sol e outros contos fantásticos
Antonio Luiz M. C. Costa
ISBN
: 978-85-62942-05-1

Gênero: Literatura fantástica
Páginas: 128

Preço de capa: R$ 27,90

Disponível em agosto de 2010

O futuro, segundo Cyber Brasiliana

julho 19, 2010

Este é o primeiro romance na área de ficção-científica de Richard Diegues, um dos escritores mais prolíficos da Literatura Fantástica Brasileira. Nele o leitor se depara com uma Realidade Alternativa, que se desenvolve em um universo Pós-cyber, no qual os países do eixo-norte do globo se encontram em decadência, confrontados pelas três grandes potências surgidas no eixo-sul: a União da República Brasiliana, a Africanísia e a Euronova. A qualidade de vida abaixo da linha do equador assume ares de utopia, enquanto no outro hemisfério as corporações lutam pelo controle dos espólios dos antigos países. Nesse cenário, em que uma parte da economia mundial está visivelmente instável, o equilíbrio é mantido por meio da força, de uma consistente e bem defendida base econômica, e da tecnologia que avançou a passos largos até se tornar fundamental à vida.

O futuro, segundo Richard Diegues
O futuro, segundo Richard Diegues

Foi nesse contexto que o Hipermundo se desenvolveu. Um sistema baseado em uma super-rede de servidores, no qual as pessoas desfrutam de uma forma complexa de realidade aumentada, utilizando-a para trabalho, socialização, cultura e registro digital de todas as informações mundiais.

Parte do enredo dá suporte para uma ação vertiginosa que se desenrola enfatizando os dramas dos personagens, enquanto a outra se aprofunda nas questões desencadeadas pelo cenário social, levantando questões como: a tecnologia poderia afastar realmente o homem do rumo espiritual para o tecnológico? Até que ponto desejamos nos afastar do convívio pessoal e transpor esse contato para a virtualidade? Do que seríamos capazes de abrir mão em troca da imortalidade? O modo de vida que desfrutamos hoje é algo definitivo ou apenas um conceito a que nos atemos?

Prefácio da Obra, pelo Prof. Dr. Heraldo Assis Barber

Enquanto a maioria absoluta dos romances cyberpunks, segundo meu ver, exploram ambientes decadentes, o Cyber Brasiliana se inicia justamente com a apresentação de um Brasil que seria utópico para a grande maioria, com uma São Paulo livre da poluição e do famigerado caos urbano próprio dos grandes centros. O Hipermundo – uma megarrede virtual de realidade aumentada, como o autor a descreve – leva as pessoas a se manterem cada vez mais em suas casas – unidades habitacionais –, ao menos fisicamente, pois suas mentes ganharam a portabilidade que a modernidade tanto se apressa em alcançar nos dias atuais. Uma miríade de avanços tecnológicos – muitos deles reais hoje, outros bem plausíveis para daqui a poucos anos – são apresentados por Richard Diegues, que é um profundo conhecedor dos computadores e equipamentos relacionados a eles – periféricos, é a palavra que encontrei. Uma união de fatores que remetem o – nosso – modo de vida cada vez mais no rumo do pós-humano, no qual a tecnologia é venerada em detrimento da religião, levando as interações humanas cada vez mais para o arrasto das máquinas. E não somente os homens, mas também os próprios deuses e santos se convertem para a binariedade, nesse caldo em que as mitologias hinduísta, católica, mulçumana e taoísta se unem de formas completamente plenas de extrapolação religiosa.

Os personagens principais poderiam ser apresentados como um militar-desertor-pistoleiro, um mulçumano-foragido-biocientista, uma programadora-chinesa-grávida e uma agente-motociclista-encrenqueira. Isso, se não fossem todos eles talhados com conflitos internos, em uma sucessão de perguntas-respostas em pequenos detalhes que são espargidos durante a história, dando a cada um profundidade suficiente para fugirem pela ribalta dos clichês – comuns, e até certo ponto obrigatórios – do gênero.

O fato da trama se passar quase toda no universo virtual, ao contrário das obras que já conheci antes, é uma magnífica cartada. E isso não torna a trama cansativa, pois nos abstraímos do fato conforme caminhamos pelas páginas, uma vez que Diegues não se deixa deslizar pela gafe da verborragia tecnológica comum nesse tipo de narrativa, em sua maioria criada pelos autores para sustentar o ambiente que criaram de forma paupérrima. Assim como ocorre com os personagens, nós como leitores, mergulhamos de maneira natural no Hipermundo e nos conectamos – ou plugamos – com a narrativa ágil. Narrativa esta que é outro forte na obra, pois o autor nos brinda com um esmero claro nas frases e escolha de palavras, como um ourives que encrava pedras delicadas em uma aliança. Referências implícitas e ocultas nas entrelinhas, a escolha das terminologias hoje comumente usadas em língua inglesa que passam a ser usadas nas línguas dominantes – português e espanhol – do período do enredo, nada de frases feitas e linguagem simplória utilizadas fora de contexto. Enfim, alta literatura em uma novela de grande velocidade, nitidamente feita para entreter, mantendo o leitor pregado nas páginas a cada reviravolta, do início até o final da história.

É uma obra de ficção, mas que certamente irá figurar entre o panteão daqueles livros que marcam uma passagem evolutiva dentro de determinados gêneros da literatura que não podem ser classificados dentro de subgêneros específicos. A recebi para leitura como sendo “um romance cyberpunk”, porém, diante dos elementos e variedade de inovações que encontrei nela – comparando ao que foi feito antes, por outros autores – eu a classificaria, com parcimônia, é claro, como “um romance pós-cyber”.

Em poucos anos acabei por conhecer muitas obras de Diegues, um autor prolífico – multimídia até – em todos os sentidos, e ao realizar a leitura de Cyber Brasiliana, definitivamente senti que algo que nunca irá marcá-lo é o rótulo de “escritor de um só gênero”. Mas, intimamente, apreciaria muito que seguisse com outras obras dentro deste cenário fantástico que desenvolveu, como tenho certo que você, leitor, sentirá o mesmo após virar a última página deste livro.

O PROF. DR. HERALDO ASSIS BARBER, 87 anos, atua como consultor e ghost-writer para as maiores editoras do planeta, tendo preparado mais de 110 originais, vários deles best sellers. É mestre em Teoria Literária, doutor em Literatura Brasileira e em Literatura Norte-Americana, além de Ph.D em Literatura Inglesa. Possui oito pseudônimos sob os quais trabalha.

Dados Técnicos:

Autoria: Richard Diegues
ISBN: 978-85-61541-16-3
Páginas: 254
Formato: 14×21cm
Ano: 2010

Compre este livro na Tarja Livros:
http://www.tarjalivros.com.br/detalheprod.asp?produto=56

Richard Diegues
Richard Diegues

O autor:

Richard Diegues é escritor, editor e consultor tecnológico. Atualmente mora na cidade de São Paulo. Autor dos livros: Magia – Tomo I (1997), Sob a Luz do Abajur (2007) e Tempos de AlgóriA (2010). Também é organizador e coautor dos livros Necrópole – Histórias de Vampiros (2005), Visões de São Paulo (2006), Necrópole – Histórias de Fantasmas (2006), Histórias do Tarô (2007), Necrópole – Histórias de Bruxaria (2007), de quatro volumes da Coleção Paradigmas (2009/2010), além de co-autor dos livros Portal Fundação (2009), Livro Vermelho dos Vampiros (2009), Imaginários 1 (2009) e Cyberpunk – Histórias de Um Futuro Extraordinário (2010). Colaborou com diversos jornais, revistas e sites da Internet, além de participar ativamente de eventos na área de Literatura Fantástica.

“Neon Azul”, de Eric Novello

julho 3, 2010

Capa de Erick Sama

Capa de Erick Sama

Um homem que não dorme nunca. Um advogado com um cramulhão na garrafa. Um assassino que atravessa espelhos. Um escritor que não consegue prender sua personagem no papel. Esses são alguns dos frequentadores de Neon Azul, um bar diferente para cada cliente. Escolha o seu lugar, faça o seu pedido. Depois do primeiro drinque, você jamais será o mesmo.

Neon Azul é uma boate onde habitam os seus mais sombrios desejos e tentações. É um lugar diferente, repleto de acontecimentos estranhos, mas que poderia estar na esquina da sua casa ou no caminho entre o trabalho e o metrô. Enquanto acompanha a história do bar e de funcionários e clientes peculiares, descubra que realizar seus desejos pode ter efeitos colaterais imprevisíveis.

Homens de negócio, prostitutas, artistas e boêmios imersos em uma solidão que só quem passeia pela noite já experimentou, um sentimento comum aos que vivem cercados de gente, com um sorriso no rosto e um copo na mão.

Nesse jogo de luzes e sombras que revelam a fantasia e encobrem a realidade, está nas mãos do leitor a decisão de acreditar ou não no que lê e decidir quem conta as verdades e as mentiras ao longo da história.

Assim como o insone gerente do bar, o leitor terá muito o que lembrar quando deitar na cama e fechar os olhos por própria conta e risco.

Mais um lançamento da Editora Draco – www.editoradraco.com – programado para a Fantasticon, dias 27 a 29 de agosto de 2010, em São Paulo.

Sobre o autor:

O escritor Eric Novello

Eric Novello adora escrever sobre os bares, boates e inferninhos que permanecem vivos em sua memória.

Em sua fase solar, cuida de um gato imaginário e da coleção de vinis de blues que ainda não começou. É roteirista, aficionado por cinema, principalmente o noir.

Adoraria ter o que fazer nas horas vagas, mas antes precisa descobrir como consegui-las.

Necrópolis – A Fronteira das Almas

junho 30, 2010

Divulgada a imagem de capa do primeiro romance do escritor Douglas MCT, que será publicado pela Editora Draco em outubro.  NECRÓPOLIS – A Fronteira das Almas é uma “dark-fantasy” e terá Prefácio de Helena Gomes (autora de Lobo Alpha / Rocco; a septologia A Caverna de Cristais / Editora Idea). O ilustrador da capa de Necrópolis é o Victor Negreiro. O lançamento do livro está previsto para 31 de outubro de 2010, no Halloween, pela Editora Draco.

Necrópolis: lançamento em outubro
Necrópolis: lançamento em outubro

Sinopse:

No que você acredita?

Verne Vipero em nada fora do normal. Um rapaz cético que confronta sua descrença ao descobrir que pode salvar a alma do irmão morto da inexistência, que segue em direção ao Abismo em outro mundo.
Abalado pela perda e descobrindo uma possibilidade, ele parte para o Reino dos Mortos com um objetivo, quase uma obsessão: trazer Victor, o caçula, de volta a vida.

Necrópolis é uma das regiões de Moabite, o Sétimo de oito Círculos do Universo. Um lugar habitado por criaturas fantásticas e sobrenaturais, onde há planos e subplanos que levam a mundos Etéreos, de Pesadelos e Magia.
Há duas forças opostas: o Ouroboros, o ciclo que permite a renovação da vida; e o Niyanvoyo, onde as almas dão seus passos rumo ao fim.

Aliado a um Monge renegado, um ladrão velocista, uma Mercenária deslumbrante e um assassino que veio dos céus, Verne Vipero parte em uma jornada tenebrosa, do deserto mórbido, uma cidade de pedra, até os confins do mundo, em busca da alma do irmão. Custe o que custar.

Em Necrópolis nada nem ninguém é o que parece ser e a Fronteira das Almas é o fim da travessia.

Trilha sonora

Necrópolis possui também uma inédita trilha sonora, composta exclusivamente para a obra por Isis Fernandes, que musicou cada capítulo do livro. Veja abaixo uma amostra da trilha, com a faixa intitulada “Prólogo”:

O Autor:

Douglas MCT nasceu em Socorro, interior de SP, em 1983 e atualmente reside na capital. Cursou Criação e Produção Audiovisual, trabalhou por uma década como Designer Gráfico e no momento atua como Roteirista de games, quadrinhos, animações, filmes e seriados.
Escreveu para os quadrinhos da Turma da Mônica e teve contos publicados nas coletâneas Anno Domini (2008), Território V (2009) e Imaginários 3 (2010). Suas primeiras histórias foram premiadas com o Mapa Cultural Paulista em 2001 e 2003. É criador e roteirista do mangá Hansel&Gretel.
Troca o dia pela noite e se alimenta de ectoplasma e sangue.

Para maiores informações:

Blog do livro Necrópolishttp://necropolissaga.wordpress.com
Comunidade no Orkuthttp://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=20725294
Twitter do autorhttp://twitter.com/DouglasMCT

Anjos, Mutantes e Dragões

junho 15, 2010

Capa do novo lançamento da Devir, pelo selo Pulsar

Capa do novo lançamento da Devir, pelo selo Pulsar

Pela primeira vez num único volume, os contos de um dos melhores autores brasileiros de ficção científica e fantasia. Histórias de ficção científica e fantasia, do mesmo autor de Imperatriz no Fim do Mundo: Memórias Dúbias de Amélia de Leuchtenberg, base da minissérie O Quinto dos Infernos.

Anjos, Mutantes e Dragões é um volume extraordinário em sua variedade, reunindo contos resgatados de uma dúzia de antologias do Brasil e de Portugal. Histórias que da ficção científica pré-histórica a do futuro distante, viagens no tempo, espionagem high-tech e explorações cyberpunk do futuro próximo da violência no Rio de Janeiro. Encontros com dragões em outro planeta, com a senhora dos destinos nos subúrbios cariocas, seres angelicais em Copacabana, uma espécie alienígena que manipula a conformação dos próprios corpos, e um avatar em crise. E em tudo, extrema competência narrativa e controle do desenrolar das histórias e alternância de efeitos – suspense, humor, drama e especulação intelectual.

Também estão presentes consciência ecológica, fascínio pela mitologia universal e pelo folclore brasileiro, e respeito pela memória em suas manifestações culturais e biológicas. Para Ivanir Calado – mesmo que o seu alcance literário não se limite ao Brasil e à cultura brasileira –, a inserção da brasilidade na ficção científica e na fantasia vem com absoluta naturalidade.

Entre as narrativas de maior interesse estão a noveleta cyberpunk “O Altar dos nossos Corações”, a noveleta de fantasia contemporânea “Tia Moira” (estudada na Universidade da Flórida) e o conto de fantasia religiosa “Avthar”. Textos que merecem se tornar referência párea a ficção científica e fantasia nacionais.

“Experiente, Ivanir Calado sabe que a invisibilidade é o melhor recurso do escritor. Sempre econômico em suas descrições, jamais se rende a floreios estilísticos. Todos os recursos literários devem servir unicamente ao enredo. E o leitor, percebendo isso, mantém olhos atentos a cada palavra e pontuação, jamais se permitindo pular linhas… Ivanir demonstra que sua versatilidade também se traduz numa impressionante latitude de estilos e gêneros.”

Da introdução de Sylvio Gonçalves (roteirista de cinema)

SOBRE O AUTOR

Ivanir Calado nasceu na localidade de Morro Queimado, Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro em 1953, e estudou Artes Plásticas e trabalhou com música e teatro, antes de começar a escrever. Morro Queimado servido de cenário para algumas obras do autor, que escreveu de dois romances de horror, o extraordinário A Mãe do Sonho (1990), que lhe rendeu comparações com Stephen King, e Imperatriz no Fim do Mundo: Memórias Dúbias de Amélia de Leuchtenberg (1992). O escritor de telenovelas Carlos Lombardi baseou-se neste segundo romance, entre outros livros, para compor a minissérie da TV Globo, O Quinto dos Infernos (2002), uma paródia da vinda da Família Real Portuguesa ao Brasil em 1808. Muito ativo também na literatura infanto-juvenil, Calado escreveu para esse público, entre outras obras, as novelas de ficção científica O Lago da Memória (1993) e A Caverna dos Titãs (2002), e o romance de horror Mundo de Sombras: O Nascimento do Vampiro (2007). Ivanir Calado é também um prolífico tradutor e diretor de peças de teatro infanto-juvenil como O Neurônio Apaixonado e Rastros, Faros e Outras Pistas. Vários de seus livros têm o selo de “altamente recomendável” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.

Título: Anjos, Mutantes e Dragões
Autor: Ivanir Calado
Capa: Felipe Campos
Número de páginas: 292
Formato: 14 x 21 cm
Editora: Devir Livraria, Selo Pulsar
ISBN: 978-85-7532-422-6
Preço: R$ 34,50

O Senhor das Sombras

maio 9, 2010

A continuação de "Os Filhos de Galagah"

A continuação de "Os Filhos de Galagah"

A Idea Editora está lançando a sequência de ficção-fantasiosa O Senhor das Sombras, de Leandro Reis. A obra é o segundo livro da Trilogia Goldshine, que foi iniciada em 2008 com Filhos de Galagah, e culminará com Enelock, último livro da série.
No melhor estilo mítico da Literatura Fantástica, O Senhor das Sombras traz toda a aventura e o mistério que um aficcionado pelo gênero espera de uma grande obra. Para os leitores que estão iniciando neste universo de ficção, O Senhor das Sombras é também um grande livro, uma vez que a habilidade com que o autor constroi cenários fantásticos e personagens imaginários faz com que o leitor fique bastante a vontade entre as páginas de sua Literatura.

Leandro Reis, que é de São José dos Campos, faz parte de uma vasta gama de autores que tem conseguido cada vez mais destaque do cenário da Literatura Fantástica Nacional. O gênero, ainda que não seja amplamente divulgado pela grande mídia, tem muitos adeptos no Brasil, que cada vez mais são atraídos pelos universos paralelos que essa literatura apresenta. Desde 2007, considerado o ano de seu boom, esta tendência tem rumo crescente. Em meio a blogs especializados e sites de relacionamento entre leitores, os fãs de Literatura Fantástica vêm construindo um nicho muito bem estruturado que cresce de maneira independente e progressiva.

Provando ser um bom exemplar do gênero, O Senhor das Sombras apresenta a segunda parte da saga da princesa Galatea, que aventura-se na busca de uma segunda runa, enquanto é acompanhada e ameaçada por toda a sorte de criaturas fantásticas. Segundo o autor, O Senhor das Sombras pode ser resumido em uma palavra: transformação. Diferentemente do primeiro livro, em que os contornos entre o Bem e o Mal são mais claros e as boas ações são recompensadas, nesta sequência, a história ganha profundidade. “Em O Senhor das Sombras, a Escuridão é mais forte. A verdade é distorcida e as coisas saem um pouco dos trilhos, mesmo que os personagens não percebam de imediato. Esse livro mostra o inicio da transformação dos personagens”, explica Leandro Reis.

Com prefácio de Raphael Draccon, autor de grande credibilidade no meio da Literatura Fantástica Nacional, O Senhor das Sombras tem lançamento previsto para o final de maio, em festa na cidade do autor, São José dos Campos. Enquanto isso, as novidades sobre o universo fantástico de Leandro Reis podem ser conferidas em seu site: www.grinmelken.com.br

Juntamente com O Senhor das Sombras, a Idea Editora lança também uma edição revisada do livro Filhos de Galagah, o primeiro da trilogia Legado Goldshine, em versão adequada à Reforma Ortográfica. Para Rodrigo Coube, presidente da Idea Editora, a trilogia vem só evoluindo: “É gratificante ver a obra e o trabalho desenvolvido pelo Leandro. Em O Senhor das Sombras, a evolução do autor fica muito clara. Para a Idea, é uma oportunidade honrosa de crescer junto com ele”, afirma Rodrigo.

Sinopse:

O Senhor das Sombras é o segundo volume da trilogia “Legado Goldshine”, iniciada por Leandro Reis em Filhos de Galagah. Neste livro, o autor dá continuidade à missão da princesa Galatea na busca pela segunda runa. A aventura, agora, toma proporções épicas, e muitos mistérios deixados pelo primeiro volume, Filhos de Galagah, são respondidos, além das novas intrigas que são acrescentadas à trama.
Nesta sequência, Leandro Reis aprofunda o drama da bruxa vermelha, Iallanara Nindra, que, exposta aos seus maiores conflitos, é obrigada a fazer uma escolha crucial: matar sua única amiga e protetora, ou traí-la? Sukemarantus, manifestação do Mal, que tem o poder de controlar toda sorte de criaturas das trevas, lança mão de seus recursos mais vis para atingir seus sombrios objetivos.
Enquanto isto, a busca de Galatea segue por rumos inimagináveis, levando-a às tribos bárbaras das planícies do sul, uma sociedade ímpar e desunida, berço de poderosos guerreiros, essenciais para o sucesso desta nova cruzada.
Neste livro, inúmeros desafios testarão nossos heróis fantásticos. Muitos sacrifícios serão necessários, enquanto o maior dos perigos se esconde dentro do próprio grupo. Nessa aventura, o fracasso espreita, ávido por um simples deslize, escondido nos cantos mais improváveis da história.

O autor Leandro Reis
O autor Leandro Reis

Sobre o autor:

Leandro “Radrak” Reis, 30 anos, mora em São José dos Campos-SP. Fascinado pelas estórias de dragões, elfos e magia, imaginou todo um mundo de fantasia chamado Grinmelken e, neste segundo livro, desenvolve mais profundamente esse cenário. Leandro Reis é um grande fabulador que manuseia como ninguém os elementos de construção de universos fantásticos imaginários.
Além deste livro, o autor constantemente publica contos, todos relacionados ao mesmo cenário. Esperança Corrompida, A Dama Noturna, Batismo de Fogo, Sacrifícios, Olhos de Herói e Ecos de Segredos Esquecidos, são alguns exemplos, todos publicados em Coletâneas ao longo dos últimos anos.
Seu reconhecimento, adquirido em um curto período de tempo, aumenta cada vez mais, devido ao trabalho feito nos livros e mantido, com grande dedicação, em seu site.
Leandro também se destaca como um dos precursores e profissionalizadores do book trailer. Tanto Os Filhos de Galagah, quanto a sequência O Senhor das Sombras, possuem book trailers com qualidades de imagem, som e vídeo impressionantes, sublinhando ainda mais a seriedade de histórias como esta, que vem ganhando cada vez mais credibilidade e espaço no Brasil. Ambos os trailer participaram do Festival da Bibliofilmes deste ano.

Conheça melhor esse universo em:  www.grinmelken.com.br

Para contatar o autor mande e-mail para  radrak@gmail.com
Para contatar a Idea Editora mande e-mail para comunica@ideaeditora.com.br

Informações técnicas:

O Senhor das Sombras: de Leandro Reis
1º edição: 2010
Páginas: 352
Acabamento: brochura
Preço de capa: R$49,90

Lançamento: Xenocídio, de Orson Scott Card

maio 4, 2010

Capa de Vagner Vargas

Capa de Vagner Vargas

Após quase vinte anos de espera, finalmente no Brasil o romance que dá sequência à multipremiada “Saga de Ender”, iniciada com os sucessos internacionais O Jogo do Exterminador (mais de três milhões de exemplares vendidos no mundo) e Orador dos Mortos, dois romances ganhadores dos principais prêmios da ficção científica: o Hugo e o Nebula.

No planeta Lusitânia, colonizado por brasileiros, Andrew “Ender” Wigging encontrou um mundo em que humanos, pequeninos e a Rainha da Colmeia podem viver juntos. Nesse planeta, as três espécies inteligentes, tão diferentes entre si, podem finalmente encontrar um terreno em comum. Mas Lusitânia também sustenta o descolada, vírus que mata todos os humanos infectados por ele, mas que os pequeninos necessitam para a sua reprodução. O Congresso das Vias Estelares teme seus efeitos como arma de destruição em massa, se o vírus se espalhar pelos Cem Mundos a partir de Lusitânia. Por isso envia uma esquadra de naves equipadas com “o Doutorzinho”, uma arma de destruição planetária. A Esquadra está a caminho, e o segundo xenocídio — o genocídio de uma espécie alienígena — parece inevitável.

Em Xenocídio, Orson Scott Card alia uma poderosa imaginação, perfeita técnica narrativa e domínio do enredo, com um raro conhecimento da condição humana. Uma ficção científica de idéias e de emoções.

Título: Xenocídio (titulo original: Xenocide)
Autor: Orson Scott Card
Tradução: Sylvio Monteiro Deutsch
Capa: Vagner Vargas
Número de páginas: 534
Formato: 14 x 21 cm
Editora: Devir Livraria, Selo Pulsar
ISBN: 978-85-7532-407-3
Preço: R$ 44,50

www.devir.com.br

Cristina Lasaitis em 2ª Edição de “Fábulas”

abril 28, 2010

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Nova capa do livro

Virá o tempo em que as estrelas se apagarão, a matéria ruirá sob suas próprias forças e os buracos negros se diluirão no vácuo. As leis da física profetizam que, tal como cada um de nós, o universo que habitamos também terá o seu término. A religião nos legou a fé na eternidade, a ciência concedeu-nos o conhecimento do fim. Dividido entre a pulsão pela vida e a lógica crua, o ser humano passou a conviver com a angústia de ser carregado pela correnteza das horas num curso irrefreável rumo ao grande mistério. Surge aí a fatal pergunta: como superar os limites impostos pelo tempo?

Numa incursão especulativa pelo mundo da ficção científica e fantástica, Cris Lasaitis explora as diferentes facetas de Chronos e levanta questões intrigantes sobre a perpétua busca do ser humano pela superação do tempo. Com uma narrativa agradável e bem humorada, pincelada por influências de Jorge Luis Borges, Arthur C. Clarke e Ursula K. Le Guin, a autora apresenta épicos modernos, reinventa mitos antigos e se envereda por futuros imaginários e inimagináveis a dissecar o sentido (ou a falta de propósito) da existência em 12 histórias sobre extrapolação, transcendência e esperança.

DADOS TÉCNICOS:

Autoria: Cristina Lasaitis
ISBN: 978-85-61541-17-0
Páginas: 206
Formato: 14×21cm
Ano: 2010

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A AUTORA:

Cristina Lasaitis

Cristina Lasaitis

Cristina Lasaitis nasceu em 1983. Garota de imaginação fértil, desde cedo alimentou uma paixão especial por ciências e por histórias de ficção científica. Tal paixão foi decisiva para sua escolha profissional: formou-se biomédica pela Unifesp, onde hoje se dedica ao estudo do comportamento humano. Ademais, tornou-se escritora de ficção por hobby, e um dia lhe ocorreu que seria uma boa idéia se profissionalizar. Seus contos já foram publicados nas coletâneas Visões de São Paulo – Ensaios Urbanos (2006), FC do B (2008), Paradigmas 1 (2009) e na revista Scarium (2007). Fábulas do Tempo e da Eternidade é seu primeiro livro e traz um apanhado dos melhores contos de sua jovem carreira de escritora. Atualmente ela vive em São Paulo com sua família e sua biblioteca, e se dedica a escrever outras histórias…

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